Category Archives: Cinemão
Interior Leather Bar: Novo filme de James Franco
Interior Leather Bar: Goze Litros!

Cena do filme: Interior Leather Bar
Acaba de ser divulgado o primeiro trailer do filme Interior Leather Bar com a direção de James Franco, ator que tem se tornado o queridinho do público gay.
Inclusive o ator James Franco mostrou a bunda na capa de uma revista, não tá lembrado?
O filme Interior Leather Bar de James Franco é baseado em Parceiros da noite de 1980. No filme, o policial Steve [Al Pacino] é mandando para investigar uma série de diversas mortes de homossexuais, e com isso ele é obrigado a frequentar o universo gay e acaba colocando em questionamento a sua sexualidade.
Interior Leather Bar tentará mostrar a refilmagem dos 40 minutos que foram censurados da filmagem original devido às restrições de exibição da época, bem hipócrita por sinal, mas como era o início da epidemia da AIDS…
As cenas censuradas seriam de BDSM, por isso o Leather – couro - no título do filme. Eike Delícia!

Cena do filme: Interior Leather Bar
E a convite de James Franco, o diretor Travis Mathews, que já dirigiu vários filmes pornôs gays, fará parte da equipe para auxiliar Franco na gravação do longa.
Interior Leather Bar será uma mistura de documentário, ficção e ainda terá cenas de sexo gay reais e não simuladas como num pornô gay. Adivinha quem tentará ir na pré-estreia de Interior Leather Bar? Eu, claro!
O ator Val Lauren se vê negociando suas cenas de sexo durante o filme enquanto rola muito sexo ao seu redor.
A estreia de Interior Leather Bar está prevista para o primeiro semestre de 2013 [ainda sem data definida] e promete ser um grande marco na vida do ator James Franco.
O filme aborda não apenas o sexo gay, mas também sobre a exploração da liberdade sexual e, claro, da criatividade!
Agora só nos resta esperar para conferir o trabalho de James Franco como diretor desses filme! Enquanto isso que tá assistir ao trailer?
Trailer de Interior Leather Bar:
Documentário Gay: Leve-me para sair
Documentário Gay do Coletivo Lumika

O documentário gay, Leve-me para sair aborda um grupo de adolescentes gays que vivem na cidade de São Paulo e suas visões do mundo.
São depoimentos de 10 jovens com idade entre 16 e 18 anos que de forma divertida e despojada chamam atenção para assuntos importantes do dia a dia, dando voz a essa geração que é o futuro de nosso país.
Através desses depoimentos podemos ter ideia do que eles pensam sobre identidade, sexualidade e o preconceito de nossa sociedade.

Ser gay caminha para se tornar apenas mais um traço comum da personalidade humana, como ter olhos claros, ser alto ou baixo, gostar desse ou daquele estilo musical. Algo natural.
Cada vez mais cedo os jovens tem acesso a informação e novas visões, transformando-se em catalisadores das mudanças, não apenas no Brasil mas em todo o mundo.
Nos tempos de meus pais as coisas eram muito diferentes. A minha geração já veio com força para mudar algumas coisas que sempre estiveram erradas e agora essa nova geração vem com força total para soprar mais ventos de mudanças em nossas vidas.

O Coletivo Lumika é composto por jovens que acreditam em outros jovens com o intuito de produzir conteúdo áudio visual que estimule, questione, e os jovens são essa mudança.
Apesar de seus trabalhos em outras produtoras, continuaram a fazer aquilo que realmente gostam que são as produções livres.
O Coletivo foi criado ano passado, desenvolvendo principalmente arte que desperte o público jovem e é formado por ex-estudantes do cursos de Audiovisual e Design do Centro Universitário Senac.

Mesmo com tão pouco tempo de existência, já faturam alguns prêmios:
CLOSE - Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual
Melhor Filme - Júri Popular
20º Festival Mix Brasil da Cultura da Diversidade
Melhor Curta Nacional - Escolha do Público
IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira
Menção Honrosa
Assista ao documentário gay: Leve-me para sair
A Vingança Veste Prada: O Retorno do Diabo

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Meryk Streep como Miranda Priestly
Quem não babou com Anne Hathaway e Meryl Streep em O Diabo Veste Prada, que conta a história de uma jornalista que vai trabalhar em uma revista de moda e entra no jogo do mundo fashion? Pode comemorar, porque a autora do livro, Lauren Weisberg, promete para 2013 a continuação, A Vingança Veste Prada: O Retorno do Diabo.
Para quem não sabe, o filme foi baseado na história real da jornalista que consegue um emprego na Vogue, trabalhando com Anna Wintour a editora chefe da revista, e tida como uma das piores megeras do mundo da moda. O segundo livro continua baseado em fatos reais, contando a história da segunda assistente da editora dragão.

Anne Hathaway em cenas do filme O Diabo Veste Prada
O livro contará a história de Andy Sachs 8 anos depois de sair da Revista Runway onde Miranda Priestly é a editora chefe. A jornalista se torna editora da revista The Plunge, voltada para noivas e uma das mais importantes dos EUA e tem como colega de trabalho Emily Blunt, que trambém trabalhou na Runway e como é de se prever, o destino fará com que Andy e Miranda se cruzem novamente.
Estou empolgado com esse lançamento e aguardo ansioso o livro. Já pode comemorar! o/
Homem ao Banho

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Christophe Honoré é um dos meus cineastas favoritos, tanto “Canções de Amor” e “Bem Amadas”, dois filmes com direção assinada pelo francês, estão no meu Top 50 (leia crítica de Canções de Amor publicada aqui no blog), mas há alguns dias descobri algo estranho sobre o diretor, a produção Homme au Bain.
Lançada como “Homem ao Banho“, a produção francesa escala o conhecido ator pornô François Sagat como protagonista, para dar vida ao michê Emmanuel, um homem que usa de seus dotes e de seu corpo para sobreviver. Emmanuel vive com Omar, interpretado por Omar Ben Sellem, mas a relação não anda bem, principalmente quando Omar viaja para Nova York e pede ao namorado vá embora.
A cena inicial é confusa, até entendermos do que se trata e nos indica o que esperar da película. Ao começar assistir Homem ao Banho intitulei a produção como “o filme pornô de Honoré”, mas durante o desenrolar da trama fui mudando minha opinião.
Não sei se “Homem ao Banho” seria o filme mais fraco - não quero dizer fraco por ser ruim, me refiro a fraco como oposição de forte - de Honoré, mas com certeza é o mais caseiro. É um cinema fácil, estranho, sensual, meio doentio…

Na inicio da trama somos apresentados ao casal Omar e Emmanuel, em uma cena de sexo forçado extremamente real, onde uma relação que não conhecemos chega ao fim e a partir deste ponto o estranho mundo de Emmanuel, interpretado por François Sagat, fica a nossa disposição. Muito conhecido por seus papéis como ator pornô, Sagat tira a roupa, é sexy, é estranho, e interpreta um personagem problemático, mas com problemas que são só dele. Ele tenta usar sua sexualidade para o seu bem, para conseguir sexo, dinheiro, ou mesmo amigos.
A partir do momento em que Omar vai para Nova York, acompanhamos duas histórias e somos apresentados a dois problemas, o jeito estranho e confuso de Emmanuel e a maneira de lidar com as coisas de Omar.

Chiara Mastroianni entra na história interpretando uma atriz que vai divulgar seu filme em Nova York, em sua companhia está Omar, que - com sua visão - dá o toque caseiro na trama, pois as cenas começam a ser vistas pelo seu ponto vista, como se nós fossemos ele, ou como se ele não existisse sem o Emmanuel, é como se ele precisasse do outro, mas tentasse provar o contrário. É estranho notar que todas as cenas de Omar fora da França são vistas pelo seu olhar, ao mesmo tempo em que ele parece não estar em cena. E neste momento o personagem de Dustin Segura-Suarez aparece na trama (ele também está em Bem Amadas) e mexe com os sentimentos de Omar.
No mesmo momento em que o trio (Omar Ben Sellem, Chiara Mastroianni e Dustin Segura-Suarez) está em Nova York, Emmanuel está na França, tentando sobreviver sozinho, oferecendo sexo por dinheiro, fazendo sexo, pensando, desenhando… Você olha para aquele grandalhão do Sagat com aquele olhar perdido e seu jeito estranho e pensa “ou você é muito bom ator, ou deveria continuar fazendo somente filmes pornôs“, pois aquele personagem é tão estranho que em certos momentos chegamos a pensar que pode ser má atuação.

Homem ao Banho é um filme extremamente sexy, ao mesmo tempo estranho e curioso. Parece loucura você ver Chiara Mastroianni em uma cena e na seguinte ver o pênis de Dustin Segura-Suarez, totalmente ereto, oferecendo para o personagem Omar, que filma tudo. É como se o sexo fosse um convite para nós.
Vou contar um segredo para vocês: eu não sei gostei de Homem ao Banho e por isso indico o filme aqui. Quero que assistam e me contem o que acharam do filme.
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Cinemão: Curta-Metragem Poliamor


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Foto: Divulgação
Sexta-feira é dia de cinemão aqui no DQOGG. Hoje falaremos sobre um curta-metragem chamado Poliamor. Em uma sociedade na qual predominam valores afetivos monogâmicos, algumas pessoas escolhem um arranjo de relacionamento um pouco diferente e é sobre isso que fala o curta-metragem dirigido por @ZéAgripino.
O diretor Zé Agripino teve a ideia do curta-metragem durante um dos semestres da curso de Audiovisual que cursava, durante uma pesquisa em seus arquivos descobriu uma matéria sobre o tema. Daí para começar a pesquisa foi um passo. Achou um grupo de discussão no Orkut com depoimentos de pessoas que vivenciavam o Poliamor. Pronto, a ideia estava pronta.

Foto: Divulgação
Para achar os entrevistados usou as redes sociais e o retorno foi bem significativo, já que diversas pessoas responderam seus tópicos captando pessoas para participar de seu projeto.
Ao ser perguntado se ainda há espaço para o amor-romântico e a monogamia, o diretor respondeu:
‘Acredito que o amor romântico e o padrão monogâmico é algo que aos poucos está se tornando defazado para atender as reais necessidade das pessoas. Não é dificil pensar muito pra perceber que o nosso padrão atual de afetividade não dá conta. Exempos dissso são os casos de traições nos casamento e todo o comércio em torno do sexo. Vivemos tempos de muita hipocrisia, que se mantém uma vida afetiva de fachada enquanto se busca outra. Acho que a popularização do poliamor faz parte do início de uma mudança dos padrões afetivos e sexuais para uma busca de relações e vivências mais saudáveis que deem conta das reais necessidade das pessoas. Acredito que quando a atenção do relacionamento sair do casal, as pessoas poderão viver melhor sem precisar que uma outra pessoa te complemente. Acho que dividir o seu amor com mais de uma pessoa, fará as pessoas perderem as dependências, as vezes doentia, do seu outro, do seu par. E quando isso acontecer as pessoas vão amar melhor‘.
Dá o play e assista o curta-metragem aqui no blog:
|Ficha Técnica|
|Documentário|Brasil|15 min|2010|
|Direção| Zé Agripino
|Roteiro| José Agripino
|Produção| Letícia Borazanian
|Fotografia| Julio Brunet
|Som direto| Ruy Fialho
|Montagem| Fábio Aguiar
|Trilha Sonora Original| Gui Ferrari
|Atores| Haroldo Miklos, Tamayo Nazarian, Bruna Guerin
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Cinemão: Transamérica


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Felicity Huffman é uma ótima atriz e não estou falando isso só por seu papel em Desperate Housewives, em que da vida a uma das donas de casas desesperadas, mas também por seu brilhante papel em Transamérica, filme de Duncan Tucker, estrelado por ela ao lado de Kevin Zegers, que interpreta o filho de sua personagem.
Transamerica conta a história de Bree Osbourne, uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. A história nos apresenta a personagem quando ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Neste momento Bree se dá conta que tem um filho e que este deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão.
O rapaz começa a imaginar que a senhora que o ajudou seja uma missionária cristã tentando convertê-lo e Bree entra nessa brincadeira, até que a verdade começa a surgir. A parte tensa da trama é agravada quando Toby descobre que sua “protetora” tem um pênis.

O ator Kevin Zegers em cena
Não só a atuação de Felicity Huffman (indicada ao Oscar como Melhor Atriz e ganhadora do Globo de Ouro na mesma categoria), como o roteiro e a direção (o roteiro também é de Duncan Tucker) são ótimos, fora que o filme pega dois temas completamente delicados e joga numa trama simples, onde um pai (ou uma mãe) e seu filho passam mais tempo juntos em uma semana, do que passaram em toda sua vida, onde um aprende com o outro e ambos entendem que não são perfeitos. A mãe (ou pai) pelo troca de sexo, e o filho por suas atitudes adolescentes.
Um detalhe que poucos sabem é que o filme foi baseado na vida da atriz Katherine Connella, que é transexual. Um dia, enquanto conversava com Duncan Tucker, ela o surpreendeu ao dizer que havia nascido homem. Duncan ficou muito surpreso, pois eles haviam morado juntos por 4 meses.
Um dos pontos interessantes da história, pelo menos para nós, é o personagem de Kevin Zegers. O filho de Bree, além de ser muito bonito, também gosta de meninos e no final da trama decide ganhar dinheiro com seus “dotes”.
Assista ao trailer do filme:
Acesse o blog do Jader clicando AQUI!
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Vídeo de casal gay do Youtube vai virar filme

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Foto: Reprodução
Há alguns meses falamos sobre a trágica história de Shane e Tom, um casal gay onde um dos parceiros com o falece. Shane contou o que aconteceu com a morte de seu companheiro em um vídeo no Youtube feito com fotos do casal, pequenas cenas gravadas entre eles e um depoimento emocionante. O vídeo obteve milhões de acessos em pouco tempo e hoje conta com mais de 2 milhões de views.
O vídeo emociona tanto que eu não conseguia parar de chorar depois que o vi. É triste ver que milhares de casais possam passar por isso. O mais interessante foi que logo em seguida, o presidente Barack Obama se mostrou a favor do casamento gay.

Foto: Reprodução
O sucesso dessa triste história chamou a atenção de uma diretora de cinema na Califórnia chamada Linda Bloodworth Thomason, que lançou um projeto para arrecadação US$ 30mil para produzir o filme, que se chamará ‘Bridegroom: An American Love Story‘.
Tamanho foi o espanto de Linda, poucas semanas antes do término da arrecadação, ao verificar que 6 mil pessoas doaram alguma quantia para a produção do filme, totalizando US$ 309 mil [até ontem], ou seja, mais de 10 vezes do que o estimado para a produção.
Corre que ainda dá tempo de ajudar na arrecadação, basta clicar aqui!
Não assistiu o video? Só dar o play, mas antes pegue uns lenços de papel, você pode precisar.
Cineclube LGBT faz uma sessão especial em prol do Casamento Igualitário


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O Cineclube LGBT comemora 4 anos, e em prol casamento igualitário fará uma sessão especial e além disso sorteará brindes incríveis: camisas da campanha autografas por ninguém menos do que Ney Matogrosso e Isabella Taviani, ambos participantes da campanha, junto com muitos outros artistas. Confira os artistas que participam da campanha aqui.
O deputado [queridíssimo] Jean Wyllys também participará da comemoração e falará sobre a campanha pelo casamento igualitário.
Reforçando a iniciativa, o Cineclube retoma a parceria com o Rio Festival Gay de Cinema, que chega lindo em sua segunda edição, para exibir o longa ‘O Direito de Amar’ [The Right To Love], documentário de Cassie Jaye que faz um panorama da luta da sociedade LGBT para legitimar a igualdade no casamento, entre outros direitos civis, nos Estados Unidos, a partir dos desafios enfrentados por um casal gay da Califórnia e seus dois filhos adotivos.
O Cineclube LGBT é um espaço importantíssimo de sociabilidade, interação e formação de centenas de pessoas, que faz sessões todos os meses no Rio de Janeiro. É um lugar frequentado por um conjunto diverso de pessoas, que têm a oportunidade de assistir a filmes com temática LGBT que quase nunca são exibidos no circuito comercial — infelizmente. Além de tudo isso, sempre depois das sessões tem uma festinha super animada comanda pelo VJ Great Guy.
A sessão de 29/6 ainda contará com dois curtas, frutos da tradicional parceria do Cineclube com o FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino, cuja programação está imperdível. No colombiano Quem me diz o que é o amor? [¿Quién me dice qué es el amor?], a monogamia é posta em xeque com uma análise das transformações do relacionamento, por meio da exposição da vida conjugal da diretora do curta, Paula Fernanda Sanchez, e sua esposa, Sophia. Já em Garotas da Moda, Tuca Siqueira retrata a história da banda homônima de travestis da zona da mata pernambucana.
A noite vai fechar bombada com o VJ Great Guy mandando o top do pop na festinha pós-sessão. Fiquem atentos: pelo Twitter @CineclubeLGBT e pelo Facebook, haverá sorteios de ingressos.
| SERVIÇO | CINECLUBE LGBT |
|ONDE| Cinema Odeon Petrobras, Cinelândia – RJ
|QUANDO| 29/06 | 21h
|QUANTO| R$ 18,00 (inteira) e R$ 9,00 (meia)
|INFORMAÇÕES| (21) 2240.1093
#Cinemão: Refúgio

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A convite do Vini Ribeiro, fui convidado para o lançamento da websérie Refúgio, que tem como tema centra Lucas e Max, dois rapazes que descobrirão que a amizade por virar sim um grande amor.
Lucas deixa de lado seus sonhos para ajudar sua irmã a cuidar da filha. Com um mãe [aparentemente] omissa, o rapaz é a base familiar da casa. Por outro lado, Max parece ser um homem com uma vida bem estruturada mas sua vida é abalada com o término de seu namoro.
Do diretor Pedro Paulo Vieira Diniz, que produziu o filme sem incentivos e fez um trabalho com qualidade e digno de ser acompanhado. Pude conversar com o Pedro e percebi o tipo de pessoa maravilhosa que ele é.
A websérie será veiculado no canal do Pedro, só se jogar AQUI e se inscrever no canal, que sempre que lançarem o episódio você ficará sabendo!!!
Assista ao trailer da série:
#Cinemão: Shame | Por Jader Plano B |

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Sexy, intenso, perturbador…
Assim eu definiria o filme “Shame“, de Steve McQueen. Estrelado por Michael Fassbender (perfeito no papel do viciado em sexo Brandon), o drama ainda conta com Carey Mulligan e James Badge Dale no elenco principal. “Shame”, como vocês devem saber, não é um filme gay mas aborda um tema super interessante para todos nós (sendo gays ou héteros), que é a vida sexual.
Logo na cena inicial do filme somos apresentados ao corpo nú do personagem principal, ele flerta com a câmera sem oferecer nenhuma proposta sexual. Assim Michael Fassbender, já nos primeiros 5 minutos de filme, nos mostra seu corpo e, sob as lentes de Steve McQueen, consegue apresentar o psicológico de seu personagem sem dizer nenhuma palavra.
Shame conta a história de Brandon (personagem de Michael Fassbender), ele é um cara bem sucedido que mora sozinho em Nova York. Seus problemas de relacionamento que são desenvolvidos no decorrer do filme, aparentemente, são resolvidos durante a prática do sexo, tendo em vista que é um amante incontrolável. Contudo, sua rotina de viciado em sexo acaba sendo profundamente abalada quando sua irmã Sissy (uma Carey Mulligan perfeita) aparece de surpresa e pretende morar com ele.
Apesar de ter gostado muito de “Shame”, eu não entendi como Steve McQueen desenvolve a história, parece que a todo tempo o personagem de Michael Fassbender está sendo julgado pela câmera do diretor, primeiro por sua postura sexual (ele adora sexo sem nenhum envolvimento, com prostitutas, flertar no metrô…) e depois por sua relação de “amor e ódio” com sua irmã. É perturbadora a forma como são apresentados os problemas de Brandon e o que mais me incomodou no roteiro foi a não solução desses problemas. Ele é um viciado em sexo que é apaixonado por sua irmã. Esses dois problemas, que possivelmente vieram de sua infância, não são solucionados, são simplesmente apresentados ao espectador para que ele também julge o personagem.
Algumas das cenas de sexo me lembraram muito do personagem Patrick Bateman (Christian Bale em Psicopata Americano), pois fica claro que Brandon tem problemas sérios e que a pratica do sexo ameniza sua dor. Enquanto o psicopata de Bale se divertia e sanava sua loucura com assassinatos e sexo, podemos ver o personagem de Fassbender tentando resolver seus problemas de relacionamento se relacionando com o máximo possível de mulheres… e homens. Em uma cena (que eu sei que vocês irão gostar) ele entra em uma “balada” gay e aproveita.
As cenas finais de “Shame” são perturbadoras, por que o personagem está completamente no fundo do poço e ainda continua a viver em sua farsa. É estranho seu comportamento e completamente aceitável, isso que o torna mais estranho.
A verdade é que eu não sei se gostei de “Shame”, mas indico. Vejam e me digam o que acharam do filme.


















