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O Franco Atirador
O Franco Atirador

Hoje estreou um dos principais blockbusters dessa estação, o filme O Franco Atirador [The Gunman], que tem como ator principal o maravilhoso Sean Penn, no elenco ainda contamos com os charmosos Javier Barden e Idris Elba.
Para quem não lembra Sean Penn fez o filme Milk, que conta a história de Harvey Milk, um grande ativista dos direitos gays da cidade de San Francisco.
A história de O Franco Atirador conta a vida de Martin Terrier [Sean Penn] que pretende se aposentar de seu trabalho como matador de aluguel e passar o resto de sua vida ao lado de sua amada, porém ele descobre que foi traído por pessoas de sua grande confiança, por isso arruma as malas e vai para a Europa acertas as contas com cada um que tentou passá-lo para trás.
Seguindo a linha do filme O Franco Atirador a Paris Filmes, juntamente com a agência Sneezy convidou diversos blogueiros e vlogueiros para uma noite no melhor estilo filme de ação: nos tornou Franco Atiradores em uma arena de paintball! Sim galera! Uniforme militar e muita, mas muita munição de tinta.

Divididos em 2 times, #TimeMistoQuente e #TimeMandaNudes devidamente caracterizados com uniforme camuflado e todos os equipamentos de segurança nos degladiamos em uma arena repleta de carros destruídos e casas em ruínas a noite.
Se sensação é de jogar Counter Striker mas com o problema de que essas bolinhas de tintas doem pra caramba! Tomei apenas três tiros, um em cada mão e uma no braço. Sério que esse do braço deixou até marca!
Como não sou bobo nem nada, fiquei bem escondido em uma das ruínas das casas apenas esperando alguém passar para tentar salvar o refém e atirar.
É muita adrenalina correndo pelas veias! Você não pensa em nada, se arrasta no chão, pula os muros, se joga para não levar tiros… e tudo isso vale a pena! Até porque os tiros doem mesmo!
Quer acompanhar um pouco do que aconteceu comigo nessa grande ação do filme O Franco Atirador? Só dar o play!
Trailer O Franco Atirador:
| Serviço| O Franco Atirador | The Gunman
Estreia: 7 de maio nos principais cinemas do país
Duração: 116 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Ação
A Espaçonave das Loucas - Dica de Filme
A Espaçonave das Loucas: Assista!

‘O espaço. A fronteira final! Essas são as viadagens da nave interestelar Surprise e sua missão de 24 anos para exploração de novos mundos, para pesquisar novas vidas e civilizações. Audaciosamente indo aonde onde nenhuma beesha jamais esteve‘.

O ano é 2034 e a tripulação da nave mais babadeira do universo, a Surprise, que defende a Terra das forças do mal dos exércitos do planeta Marte que são liderados por Regulador e seu fiel ajudante Jeans Maul e tentam uma invasão em nosso planeta. Todas as espaçonaves foram abatidas e sobrou apenas a Surprise, e a Rainha Metapha conta com sua tripulação para nos defender.

A Espaçonave das Loucas é comandada pelo Capitão Kork [Christian Tramitz] e seus fieis companheiros, Sr Spuck [Michael Herbig] e um taxista delicioso chamado Rock Fertig Aus, interpretado pelo gostoso Til Schweiger. Os tripulantes da Surprise são todos gays, realmente engraçados e é possível ver diversos amigos meus em cada cena do filme.

O filme satiriza de forma incrível diversos filmes e séries: como Star Trek, Star Wars, O Guia do Mochileiro da Galáxia, O Exterminador do Futuro, Matrix, Minority Report, seguindo a linha do humor de Heróis Fora de Órbita, com a atriz de Alien e Orações para Bobby, Sigourney Weaver.

A Espaçonave das Loucas é um divertido, inteligente e os mesmo tempo sarcástico! Usar o humor gay para brincar com filmes e séries de ficção científica foi uma união simples mas esperta por parte de Michael Herbig.

O filme A Espaçonave das Loucas foi um verdadeiro sucesso no país, sendo visto por mais de 9 milhões de espectadores e rendendo mais de 5 vezes o orçamento do filme. Olha que falamos de euros nesse caso! O filme é dirigido por Michael Herbig, o Sr Spuck, e é muito famoso na Alemanha, onde foi produzido o filme A Espaçonave das Loucas.
Trailer A Espaçonave das Loucas:
Minha mãe é uma peça - O filme
Minha mãe é um peça é incrível!
Minha mãe é uma peça, o filme, será lançado nos cinemas no dia 21 de junho, mas a equipe do blog foi convidada para a super pré estreia do filme e simplesmente amamos! O filme é uma adaptação da famosa peça de teatro!
O filme Minha Mãe é uma peça é uma grande homenagem a todas as mães.
Dona Hermínia [Paulo Gustavo], a protagonista do filme Minha Mãe é uma peça, se parece com todas as mães do mundo: um pouco chata, estressada, neurótica e acima de tudo histérica! Mas vale lembrar que apesar de tudo isso, ama seus filhos Garib [Bruno Bebiano], Luciano [Rodrigo Pandolfo] e Marcelina [Mariana Xavier].
Separada de Carlos Alberto [Herson Capri] faz uns anos, Dona Hermínia ficou com a dura tarefa de aguentar criar seus filhos, um tanto desordeiros e mal educados, principalmente com ela! Além de aguentar o filhos, precisa aturar a vaca atual mulher de seu ex marido, Soraia, vivida pela sempre maravilhosa Ingrid Guimarães.
Um assunto bacana que abordam no filme Minha Mãe é uma peça é o filho gay de Dona Hermínia, Juliano. Como toda mãe, ela sabe que seu filho é gay, mas toda vez que o assunto surge ela muda de assunto. Até mesmo quando Juliano leva um ‘amigo’ para casa e após um longo interrogatório ela diz que prefere não saber. Muitas mães tem essa atitude, preferem fingir que não sabem da homossexualidade de um filho para não enfrentar o assunto.
O autor / ator Paulo Gustavo que interpreta Dona Hermínia em Minha mãe é uma peça diz que sua personagem foi toda inspirada na sua própria mãe. Completa que até amenizou um pouco algumas situações para não queimar o filme dela. Sério, se a mãe dele é pior que a Dona Hermínia do filme…
Veja sua mãe, você, seus irmãos e toda a sua família retratada nesse filme! Vale muito a pena assistir Minha Mãe é uma peça!
Trailer Minha Mãe é uma peça:
Hairspray: Em busca da Fama
Hairspray, o musical

A incrível Nikki Blonsky como Tracy Turnblad
Hairspray é um musical de grande sucesso na Broadway que foi adaptado para tornar-se filme em 2007 e dirigido por Adam Shankman, um verdadeiro gênio!
A história se passa em Baltimore de 1962 e conta o sonho de todo adolescente da cidade, fazer parte do programa de televisão Corny Collins Show. Com Tracy Turnblad [Nikki Blonsky] não seria diferente, grande fã do programa seu sonho, além de dançar e cantar no programa, é que Link Lark [Zac Efron] olhe para ela na escola.
Tracy é gordinha e para conseguir fazer parte do programa precisará lutar contra o preconceito da diretora, interpretada por Michelle Pfeiffer, mãe de uma das integrantes do programa, Amber, que além de tudo é namorada de Link! A disputa entre Amber e Tracy aumenta quando a ambas participam da votação para escolher a Miss Auto Show do programa.

O lindo Zac Efron como Link Lark
Impagável é assistir o ator John Travolta como a mãe de Tracy em Hairspray. O ator precisava de 4 horas para vestir a roupa e se maquiagem de Edna Turnblad. Travolta usava uma roupa que pesava mais de 13 quilos. Foram usadas 5 aplicações protéticas de silicone para compôr a face da personagem no rosto do ator. Christopher Walken interpreta o pai de Tracy. Só tem ator de peso talento nesse filme.

Edna Turnblad - John Travolta
Além do preconceito contra gordinhas, Hairspray mostra o racismo existente na época de forma bem verdadeira. A segregação racial nos anos 60 era grande mas através de muita luta de Maybelle, interpretada pela sempre maravilhosa Queen Latifah, e o Dia do Negro [dia onde só negros participam] do Corny Collins Show as coisas mudam de figura, ainda mais quando a jovem Tracy se une contra o racismo ao conhecer Seaweed Stubbs na sala de detenção.

Adoro a Queen Latifah - Maybelle
A bomba está armada quando a melhor amiga de Tracy, Penny Pingleton [Amanda Byrnes] se apaixona do Seaweed. Naquela época um casal interracial era motivo de muita dor de cabeça, xingamentos e até mesmo mortes. Claro que Hairspray mostra tudo de forma a criar uma boa história e músicas, mas não era fácil ser negro naquela época; assim como não é fácil ser gay nos dias de hoje.

Um filme que nos faz pensar que todos podem alcançar seus sonhos e ainda se ver livre do preconceito!
Assista o trailer de Hairspray:
Angels in America - A Série
Angels in America

Angels in America, que na verdade era uma minissérie de 6 episódios, foi exibida pelo HBO em 2003, mas eu só assisti alguns anos depois, quando foi lançada em DVD. Com direção assinada por Mike Nichols, Angels in America tinha como base a peça de teatro Tony Kushner.
O elenco da série é cheio de nomes famosos, como Al Pacino, Meryl Streep, Emma Thompson, Michael Gambon, entre outros, mas o adendo aqui vai para Patrick Wilson, que ainda não era famoso como hoje. Ele interpreta Joe Pitt, um advogado mórmon, que tenta emprego em Washington com o advogado Roy Cohn. Ambos são gays, porém nenhum dos dois assume a homossexualidade. Joe Pitt devido a sua religião e pelo seu casamento, já Roy Cohn por sua profissão importante.

Antes do dilema de Pitt e Cohn dão pinta na telinha, o personagem Prior Walter (interpretado por Justin Kirk) descobre que é portador do vírus HIV e resolve contar ao seu namorado Louis (este, interpretado por Ben Shenkman), que - mesmo após 4 anos de “namoro” - decide se afastar de Prior.
O mais instigante de Angels in America é que a série mistura o real e o sobrenatural, pois enquanto Ronald Reagan está no poder do governo americano e a AIDS está se espalhando pelo país, um anjo (interpretado por Emma Thompson) aparece e convida Prior à ser o profeta da morte.

A série é muito delicada e, mesmo passado quase 10 anos de seu lançamento, ainda é completamente atual, colocando Meryl Streep e Emma Thompson como anjos, Al Pacino e Patrick Wilson, como gays que não pode assumir sua homossexualidade e contando com um final completamente inesperado.
São 352 minutos, divididos em 6 episódios, que valem muito a pena. Assistam Angels in America!
Assista o trailer de Angels in America:
[Post enviado por Jader Plano B]
Gingers - Filme gay com ruivos
Gingers e os homens ruivos

Gingers é o novo filme do diretor Antonio da Silva traz toda a beleza dos homens ruivos para nosso deleite. O filme nada mais é que uma entrevista com os lindos homens ruivos, deitados e totalmente nus!
O filme Gingers começa com os entrevistados falando diretamente para a câmera sobre as vantagens e desvantagens de ser ruivo e termina com a masturbação desses gingers. O diretor evita nessa hora de mostrar o rostos dos entrevistados, talvez para dar um pouco de privacidade para eles, só não entendo qual o problema em se mostrar o rosto nessa hora, né?
Adam, um tenor, canta ao longo do filme um canto gregoriano ao fundo das entrevistas.
O diretor de Gingers, Antonio da Silva se gaba ter fazer um documentário / filme gay como nenhum outro já produziu: Recolho amostras dos homens, os pelos do corpo, da pele e do esperma, diz o diretor.

Particularmente eu adoro homens ruivos. Os acho extremamente sexys com seus cabelos vermelhos, sardas e peles claras. Já até pensei em ir a Irlanda [famosa por ter muitos ruivos lindos] para passear e, quem sabe, me envolver com algum, né? Também não sou de ferro!
Aqui no Brasil falta um pouco dessa temática no universo gay, com filmes gays feitos aqui, com nossa cultura, nossos costumes e particularidades. Vejo muito web seriado, mas poucos documentários abordando realmente como é o universo gay no Brasil. Ainda estamos engatinhando nesse aspecto.
Até mesmo as produtoras de filmes pornôs gays não se encontram por aqui. Pelo que pesquisei e conversei com pessoas do mercado erótico não dá pra competir com grandes pólos de produtoras gays como Estados Unidos e Europa. Além das produções terem qualidades fantásticas e boy sarados lindíssimos nesses países há investimento pesado em produções pornográficas.

Aqui ainda esbarramos nos altos valores para produzir filmes pornôs, mas quem sabe um dia, com essa nova leva de diretores, possamos ter filmes gays onde possamos ver a brasilidade de nossos homens?
Quem quiser assistir Gingers online pode faze-lo mediante uma doação para o diretor Antonio da Silva:
Assista o trailer de Gingers:
[Sugestão enviada pela ruiva Alícia Delícia do blog Uma Loucura de Cada Vez]
Summer Storm [ Tempestade de Verão]
Summer Storm: Emocionante
Summer Storm [Tempestade de Verão] conta a história de Tobi [Robert Stadlober] e Achmin [Kostja Ullmann] que são amigos há cerca de 4 anos, inseparáveis fazem tudo juntos, inclusive o treino de remo.
A história de Summer Storm gira em torno de uma viagem que o time de remo fará para uma competição e o início da descoberta sexual dos personagens. No caso, Tobi sente pelo amigo mais do que amizade, e junto com esse sentimento vem o ciúme da namorada dele, a dificuldade de fingir que sente algo pela garota com quem se relaciona…
Tobi toma consciência sobre sua sexualidade após ter contato com outro time de remo formado apenas por gays que também acampa para a competição. Sondando o acampamento do time adversário descobre um pouco sobre si mesmo.
Difícil não lembrar de nossa própria descoberta na adolescência e como os sentimentos são caóticos, variações de humor, tentar esconder dos outros, ficar com meninas mesmo não curtindo, e claro, o primeiro beijo, a primeira transa, o prazer que isso proporciona.
O mais bacana de Summer Storm é que eu me vi no papel de Tobi quando ele começa a ter contato com outros gays, que vivem sua sexualidade de uma forma livre [pelo menos no acampamento]. Foi como me transportar para as primeiras vezes que fui a uma balada gay e fiz amizade com pessoas como eu, que me entendiam e já passaram por tudo aquilo que eu passava.
Adoraria ver a minha cara na primeira vez que pisei em uma balada gay. Acho que eu sorri, porque pelo que me lembro olhei pra todas aquelas pessoas e pensei: ‘Eu realmente não estou sozinho nessa‘.
O filme mostra a hora onde tudo muda na sua vida!
Assista Summer Storm:
Meu Pé de Laranja Lima - O filme
Meu Pé de Laranja Lima, o aclamado livro de Jose Mauro de Vasconcelos, virou filme depois de 45 anos de seu lançamento e dirigido por Marcos Bernstein e distribuído pela Imovision, famosa por trazer diversos filmes cults ao Brasil, e ainda venda e locação de filmes.
O filme Meu Pé de Laranja Lima conta a história de Zezé [João Guilherme Ávila], um menino pobre do interior de Minas Gerais com uma família numerosa sustentada pela mãe, que mal o vê por conta de tanto trabalho, e por seu pai desempregado, depressivo e bêbado.
Zezé é uma criança como qualquer outra, que curte brincar com seu irmão e bagunçar muito, sempre aprontando alguma coisa, seja incendiando a cerca da vizinha fofoqueira ou batendo nas crianças da vizinhança. Todos o tem como se tivesse o diabo no corpo, falam tanto isso para ele que se sente como uma criança má.

Uma criança solitária, que por falta de companhia se apega a um pé de laranja lima de seu quintal chamado Minguinho. É conversando com Minguinho que sua imaginação corre solta, é em seus galhos que Zezé ‘monta em seu cavalo‘ e percorre o mundo vivendo aventuras e inventando histórias.
Zezé faz amizade com Portuga, vivido por José de Abreu, e tornam-se grandes amigos, um verdadeiro pai para o menino, ensinando-o diversas lições de vida durante o filme.
Impossível não pensar que todos nós temos um Portuga em nossas vidas, como no filme Meu Pé de Laranja Lima. Eu mesmo, após a morte da minha mãe, também precisei de alguém que me ajudasse, me guiasse para me tornar uma pessoa melhor, menos revoltada com a vida e tive numa grande amiga mais velha chamada Rosane, assim como o Zezé com o Portuga, muito apoio e carinho.

Se repararmos bem, sempre temos um amigo para nos dar conselhos durante a vida, seja mãe, pai, um amigo, um parente, um chefe… Acredito que nós gays, quando nos damos conta de nossa sexualidade, vamos aprendendo um pouco sobre nós mesmos através dos amigos que conquistamos ao longo da vida, e como o triste Zezé do filme Meu Pé de Laranja Lima, amadurecemos e crescemos com o tempo.
Sim, esse filme não tem temática gay como tantos outros de nossa coluna Cinemão, mas dá pra pensar tanto a respeito dele…
Trailer Meu Pé de Laranja Lima:
Patrik 1,5
Patrik 1,5 emociona!
Patrik 1,5 conta a história de um casal gay, formado por Goran e Sven, que sonha em adotar um lindo bebê e finalmente essa hora chega! A assistência social da Suécia, depois de um bom tempo, envia uma carta para o casal avisando que conseguiram uma criança para eles, Patrik de 1 ano e meio.
Para a surpresa do casal ao buscarem seu ‘bebê‘ se deparam com um jovem de 15 anos, atormentado por indas e vindas a diversos lares adotivos e orfanatos. O serviço de assistência social errou ao enviar a carta, colocando um vírgula a mais e Patrik 1,5 é na verdade um adolescente problemático.
Patrik tem um passado criminoso grande para sua idade o que assusta Sven que de jeito nenhum aceita essa situação e tenta devolver o adolescente para a instituição mas precisa esperar um final de semana para que se resolva tudo.
As brigas entre o casal gay começam a aumentar, já que Goran é muito mais sentimental e não se incomoda tanto assim com a situação. Claro que o relacionamento começa a bambear com um adolescente fechado e cheio de problemas internos.
O mais interessante desse filme gay é que não aborda apenas a questão de adoção entre casais gays mas de forma mais sutil mostra um pouco do preconceito da vizinhança com o casal, os xingamentos por parte das crianças das redondezas, o medo de que o casal gay cometa pedofilia com o adolescente e como uma família gay ou hétero pode mudar o destino de uma criança através de um pouco de amor.
Mostra também o lado do relacionamento entre dois homens, suas neuras, seus problemas como casal, com a ex mulher, com os filhos que tenham tido antes de se conhecerem.
Patrik 1,5 é um daqueles filmes que emocionam por mostrar um pouco da realidade de casais gays que buscam adotar crianças para formar uma família, suas dificuldades em diversos países [inclusive na Suécia].
Assista o trailer de Patrik 1,5:
[Sugestão da Vanessa do blog Como Assim, Vanessa?]
Sexualidade e Crimes de Ódio
Sexualidade e Crimes de ódio é um documentário produzido por Vagner Almeida e co-produzido por Richard Parker e trás a tona os diversos tipos de agressões e violências sofridas por gays e lésbicas no Brasil.
O documentário mostra de forma direta alguns depoimentos de militantes falando sobre os assassinatos de diversos gays, lésbicas, travestis e transexuais no Brasil todo, vindos de todos os segmentos da sociedade.
O diretor acredita que a intolerância religiosa oriunda de grupos religiosos, como católicos e evangélicos radicais, ajuda na perpetuação da homofobia contra gays e lésbicas por conta de sua sexualidade.
Em um dos depoimentos é clara a verdade dita: ‘Esse é um país que não pune! Esse é o país que nós vivemos. Esse é o Brasil‘. Quantos assassinos de gays e lésbicas estão soltos por aí? O governo pouco faz para proteger a comunidade gay com políticas de proteção a crimes de ódio contra minorias sexuais. É deprimente! É desumano!
Todos os anos centenas e centenas de gays são mortos apenas por amar diferente e é esse o tema principal do documentário.
‘Desde que foram iniciadas as filmagens na região metropolitana do Rio de Janeiro, vários dos protagonistas dos filmes foram barbaramente assassinados por pessoas que ainda se encontram em liberdade, assassinando impunemente outras pessoas da comunidade homossexual‘ Nota do site oficial do diretor do documentário.
Sobre o Diretor:
Vagner de Almeida já produziu vários curtas e longas abordando temas como: sexualidade, gênero e direitos humanos. Ganhou diversos prêmios de Cidadania por seu trabalho na luta contra a homofobia. Tem artigos publicados e muito conceituado aqui e fora do país.
Assista o trailer: Sexualidade e Crimes de Ódio
| Ficha Técnica | Sexualidade e Crimes de Ódio
| Produção | Vagner de Almeida e Richard Parker
| Direção | Vagner De Almeida
| Duração | 27 minutos
| Legendas | Inglês
| Site Oficial |


















